segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Salmo 36

1 A transgressão fala ao ímpio no íntimo do seu coração; não há temor de Deus perante os seus olhos.

2 Porque em seus próprios olhos se lisonjeia, cuidando que a sua iniqüidade não será descoberta e detestada.

3 As palavras da sua boca são malícia e engano; deixou de ser prudente e de fazer o bem.

4 Maquina o mal na sua cama; põe-se em caminho que não é bom; não odeia o mal.

5 A tua benignidade, Senhor, chega até os céus, e a tua fidelidade até as nuvens.

6 A tua justiça é como os montes de Deus, os teus juízos são como o abismo profundo. Tu, Senhor, preservas os homens e os animais.

7 Quão preciosa é, ó Deus, a tua benignidade! Os filhos dos homens se refugiam à sombra das tuas asas.

8 Eles se fartarão da gordura da tua casa, e os farás beber da corrente das tuas delícias;

9 pois em ti está o manancial da vida; na tua luz vemos a luz.

10 Continua a tua benignidade aos que te conhecem, e a tua justiça aos retos de coração.

11 Não venha sobre mim o pé da soberba, e não me mova a mão dos ímpios.

12 Ali caídos estão os que praticavam a iniqüidade; estão derrubados, e não se podem levantar.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Artigo: "Privilégios, mundo de fantasias ...... e a democracia?? "

Acabei de ler um artigo do amigo Mauricio Costa Silva, "Privilégios, mundo de fantasias ...... e a democracia?? ", retrata ali a sua concepção sobre a "ilha da fantasia" com que as autoridades eleitas para promover as ações públicas transformaram o exercício do mandato, procurando a perpetuação do poder, deles mesmos e de seus herdeiros biológicos. 

Sua opinião é compartilhada por muitos que conhecem ou gostam de política, que detém certo senso crítico e discutem o quanto es...te formato torto da política nacional e eleitoral no Brasil (e no mundo) vem produzindo a "neo nobreza", não mais ungida por um monarca, cuja família descende a linhagem, mas agora, utilizando as próprias vias que em tese, deveriam ser republicanas e democráticas, mas que dão apenas esta sensação de que cada cidadã ou cidadão pode conquistar seus direitos na disputa de cargos eletivos, falso, ilusório e pura fantasia.

A cada eleição os valores saltam a patamares estratosféricos, políticos de inúmeros mandatos, se apoderam das estruturas e instituições e passam a geri-las como se propriedade privada as fossem. Locupletam-se das Casas Legislativas, através das mais variadas formas, e silenciam a Justiça, através das escolhas políticas para a formação de suas instâncias maiores, os Tribunais.

"Que igualdade é essa, em uma democracia, em que as oportunidades são somente para aqueles que já pertencem ao sistema, por terem suas estruturas montadas e garantidas com dinheiro público nas disputas eleitorais?

Que oportunidade tem um eleitor simples - sem apoio financeiro - de se eleger? 
Ou mudamos nosso sistema ou continuaremos vivendo a mesma realidade." - Vale a pena a leitura!

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Crise nas estatais catarinenses

A temporada está apenas começando no litoral catarinense e os problemas apontados pela população expõem a precariedade dos serviços públicos em várias frentes e áreas.

Espanta, em primeiro lugar, esta falta de sintonia entre órgãos municipais, estaduais e federais.  Fazem reuniões durante todo o ano e não planejam uma atuação integrada para evitar os repetitivos transtornos no trânsito, na telefonia, no aeroporto,  na distribuição de água e na energia elétrica.

A falta d’água revelou a fragilidade do sistema da Casan e de empresas municipais e concessionárias de água, públicas ou privadas.  Politicagem pura envolveu prefeituras e empresas que deviam se preocupar mais com o público e menos com seus próprios umbigos eleitoreiros.

A Casan está recebendo recursos bilionários e tem o dever de aprimorar a gestão.  Os consumidores não admitem esperar mais de 48 horas para serem atendidos pelo plantão em casos de urgência. Afinal,  água é produto essencial. Nestes dias de intenso calor, com internet e smartphone,  o serviço deveria ser atendido em duas horas, no máximo.

A Celesc também carece de aprimoramento de sua comunicação com os consumidores.  Ficam todos perdidos quando há corte na luz ou quando o sistema falha constantemente, como no oeste e no planalto norte.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

IPI Zero para Bicicletas


IPI Zero para Bicicletas

Por Bicicleta Para Todos                                                
São Paulo
Segundo o IBGE, 40% daqueles que se utilizam da bicicleta como meio de transporte no Brasil têm renda familiar de até R$ 1.200. São estes os brasileiros mais afetados pela alta tributação, que tolhe o acesso a um produto de mais qualidade e com valores mais justos, favorecendo a migração para outros meios de transporte, especialmente os motorizados.
A isenção do IPI para bicicletas, partes e peças é uma medida urgente e necessária, tanto para fomento do mercado, quanto para que o valor final da bicicleta esteja mais ajustado ao bolso dos brasileiros. Estudos indicam que zerando o IPI para bicicletas, que hoje é de 10%, o Brasil teria um aumento de 11,3% nas vendas de bicicletas. Isto significa mais arrecadação para o governo federal (através de outros tributos já cobrados), mais pessoas pedalando e, principalmente, mais qualidade de vida em nossas cidades.
Hoje o Brasil é o 3º maior produtor de bicicletas no mundo, perdendo apenas para a China e para a Índia. É o 5º maior consumidor de bicicletas no mundo, representando uma fatia de 4,4% do mercado internacional. No entanto, quando observamos o consumo per capita de bicicletas, caímos para a 22ª colocação, o que significa um mercado emergente e um potencial de crescimento enorme.
Do ano de 2008 para cá temos visto, infelizmente, um encolhimento gradual da produção e do consumo de bicicletas no Brasil. Contrariando, inclusive, a tendência mundial que aponta que, de 1970 até 2007, a produção de bicicletas foi 2,6 vezes superior a de automóveis.
A isenção do IPI para bicicletas, partes e peças, portanto, é apenas uma das medidas urgentes para corrigir esta desigualdade socioeconômica que freia o desenvolvimento de uma cultura da bicicleta no Brasil.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

domingo, 1 de dezembro de 2013

Prevenção ao superendividamento

O Fórum Nacional das Entidades Civis de Defesa do Consumidor (FNECDC), juntamente com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a Associação de Defesa da Cidadania e do Consumidor (Adeccon), o Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor (Brasilcon), a Fundação Procon São Paulo e a Associação Procons Brasil, lideram movimento de apoio ao Projeto de Lei do Senado nº 283, de 02 de agosto de 2012, que tem por finalidade regulamentar o crédito ao consumidor e prevenir o superendividamento, grande vilão da economia brasileira na atualidade. Por meio de nota enviada ao Senado Federal, as entidades pedem a aprovação imediata do PLS e reforçam a sua importância, que segue, segundo os órgãos de proteção e defesa do consumidor, as linhas mais atuais e importantes relacionadas à concessão responsável de crédito e conciliação nas dívidas dos cidadãos. As instituições também posicionam, contra os “lobbies” dos bancos no Senado Federal para que o Projeto não seja aprovado ou para que sofra modificações prejudiciais ao consumidor.

Para a presidente do FNECDC e coordenadora executiva da Adeccon, Rosana Grinberg, a aprovação do PLS 283 será de extrema importância para a sociedade brasileira. “Além de prevenir o superendividamento da pessoa física, ele traz como grande inovação evitar o comprometimento do mínimo existencial do consumidor endividado, permitindo, com isso, a manutenção de suas despesas básicas, tais como saúde, alimentação e moradia”. Além de Rosana, assinam ainda a nota de apoio a presidente do Conselho Diretor do Idec, Marilena Lazzarini, a presidente do Brasilcon, Clarissa Costa de Lima, o diretor da Fundação Procon São Paulo, Paulo Góes, e a presidente da Associação Procons Brasil, Gisela Simona.