terça-feira, 10 de junho de 2014
terça-feira, 27 de maio de 2014
Expressões de uma alma: Quero viver plenamente
Quero viver plenamente
"Quero a coragem dos loucos __ coragem insana
__
sem arrependimentos, sem pensar!!
Quero a alegria das crianças __ alegria inocente __
sem medos, sem pesar!!
Quero escutar meu coração e te jogar nos braços
meus sentimentos!!
Quero gritar meu amor ao mundo
sem me preocupar se aos outros vou incomodar!!
Quero ser livre, sem amarras, sem passado, sem
futuro
__só com o
presente me encantar!!
Quero ser intensa quando assim minhas emoções me
pedirem pra ser.
Quero ser dramática, sensível quando a dor bater pra valer!!
Não quero mais vida de revista, programada,
plastificada,
de sorriso colado no rosto enquanto o coração
sangra e faz doer!!
NÃO!!
Quero sentir, tudo no seu devido momento, na sua
real intensidade!!
Quero amar, ser feliz, mas também que me deixem
chorar, gritar, desmoronar!
Quero sorrir, cantar, mas também quero o direito de
estar triste!!
Quero dizer “Tudo bem!” quando estiver, e “Estou
mal” quando precisar de colo!
Enfim, quero me permitir ser alguém de verdade e de
verdades!!
Alguém que ama, sente raiva, perdoa, surta, erra e
acerta...!
Alguém que não apenas sobrevive,
mas alguém que SENTE a vida PLENAMENTE..."
[maristelawengerkiewicz]
Grito da Terra: Evento mobilizou lideranças do estado
Representantes dos agricultores familiares de Porto União, estiveram no Ato do Grito da Terra 2014 - Edição SC, que foi realizado na terça-feira, 20, na capital do estado. Liderados pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Porto União, Mário Raimundo Orth, os agricultores se uniram a diversas caravanas provenientes de todo o estado.
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| Agnes Weiwanko |
Diretora na Fed. dos Trabalhadores da Agricultura de SC, Agnes Weiwanko que é portounionense, ressaltou a importância do ato, inclusive com as ações realizadas por grupos representativos que se dividiram em uma extensa agenda em Florianópolis, os quais foram dialogar com o Tribunal de Justiça do Estado, Justiça do Trabalho, culminando com a audiência que teve presença do governador Raimundo Colombo e diversos secretários de Estado.
O assessor de Planejamento da FETAESC, Irineu Berezanski explicou que os agricultores vieram até a capital para buscar melhoria na qualidade de vida e produção sustentável.
"Reivindicam uma legislação trabalhista compatível com a agricultura familiar de Santa
Catarina. Solicitam energia elétrica de qualidade, pois os agricultores estão perdendo a produção de leite, tabaco, frango por não ter fornecimento adequado de energia. Exigem o cumprimento de Lei na isenção de averbação de reserva legal para licenciamento ambiental entre outras.
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| Irineu (dir) com José Walter |
Todas as reivindicações são legitimas e consistentes. Temos em Santa Catarina 190 mil famílias de agricultores. O estado tem 1,3% do território nacional, mas contribui com 3,7% da produção. Em 2013 o Brasil cresceu 2,3%, mas o setor agrícola cresceu 7%. Precisamos de alimentação saudável, produzida por agricultores com qualidade de vida" afirma Berezanski, o qual informou ainda que o governador garantiu oficialmente que a Celesc vai recuperar 2.500 km de linhas de energia, no valor de R$ 112 milhões. Além da construção da subestação no município de Papanduva, na ordem de R$ 12 milhões.
Fetaesc
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| Governador Raimundo Colombo acompanha pronunciamento do presidente da FETAESC, José Walter Dresch |
O presidente da FETAESC, José Walter Dresch, ressaltou que a Federação vem construindo uma agenda propositiva junto ao Governo do Estado e Federal, que os agricultores querem que suas demandas sejam atendidas, pois é do campo que provém o sustento de toda a população das cidades, ressaltou que a FETAESC não é oposição a este ou aquele governo, nem situação, a Federação está unida em torno de uma Pauta, cuja intenção é inclusive contribuir com os que estão a frente da Administração Pública.
Walter aproveitou a presença do governador para sensibilizá-lo sobre a crescente e preocupante realidade onde cada vez mais vem aumentando a inexistência de sucessão nas propriedades rurais, um fato gravíssimo e que deve nortear as ações de Governo e Políticas Públicas consistentes.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Preparativos do Grito da Terra
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| Diretores e colaboradores da FETAESC definem as ações para o evento do Grito da Terra |
O presidente José Walter, juntamente com o assessor de Planejamento da Federação, Irineu Berezanski, coordenavam os detalhes finais para receber no centro de Florianópolis (Praça Tancredo Neves) os quase mil agricultores que estarão vindos de todas as regiões do estado.
Pauta do Grito da Terra – Etapa
SC
Política Agrícola
1. Garantir assistência técnica e pesquisa diferenciada a
todos os agricultores familiares e aqüicultores do estado a. disponibilizar
pelo menos uma equipe profissional da área agrária, com extensionista rural e
administrativo em cada município do Estado com infraestrutura necessária para atendimento
aos agricultores familiares
2. Organizar/estruturar centros de distribuição para
produtos perecíveis, ampliando assim a demanda por produtos dessa natureza para
o PNAE..
3. Enquadrar cooperativas com DAP jurídica no Simples.
4. Garantir a implantação do SUASA em parceria com os
Municípios, disponibilizando recursos para contratação de profissionais e
infraestrutura adequada.
5. Garantir o suprimento de abastecimento e distribuição
de energia elétrica nas áreas urbana e rural, sobretudo nas regiões Planalto
Norte e Oeste de Santa Catarina.
6. Garantir a ampliação de redes de energia elétrica e
transformação de linhas monofásicas em trifásicas nas propriedades de
agricultores familiares.
Meio Ambiente
7. Garantir a execução do CAR através do investimento de
recursos na formação de multiplicadores ambientais nos municípios para execução
simplificada do Cadastro Ambiental Rural para os agricultores.
8. Garantir o registro das Terras dos agricultores sem
averbação dos 20% de reserva permanente.
Política Agrária
9. Garantir o aporte de recursos para contratação de 300
cotas anuais do Fundo de Terras do estado.
Habitação Rural
10. Complementação de repasse financeiro na forma de
subsídio no valor de R$5.000,00 para complementação no Programa Nacional de
Habitação Rural - PNHR, sem limite de contratação/ano, através de convênio
envolvendo o Governo do Estado, a Caixa Econômica Federal e a Fetaesc.
11. Criação pelo
Executivo da “Lei Estadual de Habitação Rural”, levando em consideração o
déficit habitacional do Estado e a falta desta política pública para o meio
rural, esta lei supriria o problema de anos. Utilizando um percentual do
orçamento total do estado.
Enfrentamento à violência
12. Garantir a implantação do Programa Mulher Viver sem
Violência através da execução efetiva das Unidades Móveis voltadas para a
prevenção e atendimento das mulheres nas comunidades rurais.
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| José Walter a frente, e Irineu Berezanski na mesa, coordenam reunião preparatória para o ato do Grito da Terra 2014 - Etapa SC |
Saúde
13. Ampliar o atendimento em saúde através da contratação
de profissionais em distintas especialidades em todos os hospitais regionais
viabilizando a realização de exames e atendimentos de média e alta
complexidade.
Educação do Campo
14. Implantar na SED - Secretaria de Educação,
Coordenadoria especifica de Educação do Campo com profissionais que tenham
experiência e formação profissional na área, tendo em vista o monitoramento e
acompanhamento técnico e pedagógico das escolas, bem como de projetos em
Educação do campo no estado.
Segurança Pública para o campo
15. Contratação de novos servidores para área de
segurança pública e ampliação de infraestrutura para atendimento no meio rural.
16. Ampliar patrulhamento nas comunidades rurais,
principalmente durante a realização de festas comunitárias.
Acesso
dos meios de comunicação e Inclusão Digital
17. Assegurar a população rural o pleno acesso à internet
e telefonia.
Transporte
e logística
18. Implantar serviços em rodovias e acessos, consorciado
entre estado e município visando à realização e conservação de ruas e estradas.
19. Garantir a ampliação e a manutenção da malha de
asfalto nas rodovias de Santa Catarina visando a preservação da vida, melhoria
de segurança e menor custo de transporte.
Assalariados
20. Considerando a realidade fática dos Agricultores
Catarinenses e o fato de não se ter lançado o “e-social” como prometido em data
de 1º. de maio, o que vem a dificultar a implementação dos contratos de curta
duração no estado catarinense, torne-se necessário garantir-se a suspensão da
fiscalização trabalhista em face do não cumprimento por parte do Estado quando
do lançamento do e-social, gerando uma lacuna para os Agricultores
Catarinenses;
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| Diretora Agnes Weiwanko explica como funcionará a logística de alimentação do público que está vindo para a capital. |
22. A Fetaesc
apóia a iniciativa do Projeto de Emenda a Constituição da (PEC) 215 e pede sua
aprovação. O texto modificado transfere ao Congresso Nacional a competência
pela homologação de terras indígenas, hoje apenas da FUNAI.
As lideranças
da agricultura solicitam apoio ao Governo do Estado para implantar tais ações
(item 21 e 22) que beneficiam a agricultura familiar de Santa Catarina.
Agricultura Familiar
predominante
A agricultura
familiar é predominante em Santa Catarina e reúne, segundo dados do Censo
Agropecuário, 188 mil famílias, o que corresponde a 88% do total arrecadado com
a produção no meio rural. O estado, mesmo
com menos de 2% do território nacional, se destaca como grande produtor de
várias culturas, como milho, cebola, alho, trigo, maça, entre outras. A
capacidade da produção está vinculada diretamente a renda final das famílias
que vivem e trabalham nas propriedades rurais catarinenses.
Para o assessor de Planejamento da Federação dos Trabalhadores na Agricultura de SC – FETAESC, Irineu Berezanski, é preciso ferramentas de gestão que possam auxiliar a gerência da produção como empresa social, no sentido de dar a sustentabilidade que tanto tem se falado nos últimos anos, mas que não tem chegado com a mesma velocidade aos recantos mais distantes do estado.
Para o assessor de Planejamento da Federação dos Trabalhadores na Agricultura de SC – FETAESC, Irineu Berezanski, é preciso ferramentas de gestão que possam auxiliar a gerência da produção como empresa social, no sentido de dar a sustentabilidade que tanto tem se falado nos últimos anos, mas que não tem chegado com a mesma velocidade aos recantos mais distantes do estado.
Grito da Terra 2014 - Etapa Santa Catarina
Ano Internacional da Agricultura familiar
O
ano de 2014 foi eleito oficialmente pela FAO (Organização das Nações Unidas
para Alimentação e Agricultura) como o Ano Internacional da Agricultura
familiar. Tendo como objetivo aumentar a visibilidade da agricultura familiar
no mundo, a estratégia promove o reconhecimento de no mínimo mais três
dimensões: o tipo de alimento que está sendo produzido, as formas utilizadas
para se produzir e, sobretudo, quem são os envolvidos nessa
produção. A escolha, portanto, é
uma afirmação da agricultura familiar como base para um desenvolvimento
sustentável, com aumento da produção de alimentos, mas com melhor gestão dos
recursos naturais.
Pauta
Conforme
justificativa inserida na Pauta do Grito da Terral/2014, Edição Santa Catarina,
ela traz em seu escopo demandas, entendida pelo Movimento de Trabalhadores e
trabalhadores rurais de Santa Catarina – MSTTR, como urgências que, tomadas
como agenda de prioridade, redirecionam a agricultura familiar numa perspectiva
de desenvolvimento, baseada, sobretudo, na produção diversificada de alimentos,
na geração de emprego e renda e na sustentabilidade do meio ambiente.
Neste
trabalho coordenado pela Diretoria da Fed. dos Trabalhadores na Agricultura do
Estado de SC - FETAESC, as lideranças no campo compreendem que para construir
um desenvolvimento rural sustentável de fato, é preciso haver equilíbrio entre
a proteção ambiental e a sobrevivência de trabalhadores que vivem e trabalham
nestas propriedades rurais. No manifesto,
defendem inclusive estimulando a preservação e conservação do meio ambiente.
Políticas públicas
As
lideranças compreendem que tal estratégia deve estar articulada a implementação
de políticas públicas que afirmem o compromisso deste Governo com os agricultores
familiares do estado, por meio de ações efetivas que garantam, por exemplo, que
pequenas e médias propriedades possam estar ambientalmente legalizadas, por
isso a necessidade urgente da
averbação da reserva legal. estar
ambientalmente legalizadas
Realidade estadual
O
Estado de Santa Catarina tem apresentado uma transformação estrutural no espaço
rural, por conta de uma redução na população que vive no campo, mas é
fundamental reconhecermos que a produção em pequenas e médias unidades
familiares em todo estado, é bastante significativa.
Dados
da própria Secretaria de Agricultura, de 2011, apontam que as propriedades
rurais com até 50 ha representam 88,35% do total. Isso demonstra que a
agricultura familiar tem um papel social, econômico, ambiental e cultural. E
que, portanto, o acesso a serviços de saúde e a permanência de escolas no campo
para o atendimento desta população, constitui uma atitude de respeito à
cidadania das inúmeras famílias que vivem, trabalham e produzem no campo
catarinense.
Expectativa
Com
base nisso, nesta pauta do Grito da Terra Estadual, as lideranças na
agricultura familiar esperam do Governo do Estado ações e políticas específicas
com o objetivo de promover e impulsionar a produção nestas pequenas e médias
unidades, proporcionando melhores condições de trabalho e renda aos
agricultores familiares, bem como de suas famílias.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
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